Sábado, 6 de Setembro de 2008

CASO CLÍNICO I

Paciente FSP, 18 anos, sexo masculino, jogador de futebol.
Chegou queixando-se de dor na região posterior da coxa, logo abaixo da prega glútea, após exercício de agachamento no treino de preparação física.

Na avaliação, relatou dor durante o movimento ativo de flexão e extensão de quadril, durante o movimento passivo de flexão de quadril e durante a prova de função muscular do glúteo máximo.

Na palpação, sentia-se um abaulamento na região, edema, calor aumentado e tensão muscular.
Todos os sinais e sintomas característicos de um estiramento muscular.

No primeiro momento, com a lesão aguda, foi colocado muito gelo.
O tratamento foi realizado duas vezes por dia (manhã e tarde).

No primeiro tratamento do dia, era realizado gelo, PRT, mobilização passiva, fortalecimento dos grupos musculares íntegros, e no último dia também foi realizado fortalecimento muscular do glúteo máximo.

Já no período da tarde era realizado ultra-som para ajudar na cicatrização, eletroestimulação com o aparelho dualpex para promover maior circulação sanguínea e analgesia, mobilização passiva e leve alongamento para realinhar as novas fibras cicatriciais. No fim de cada tratamento foi realizado uma bandagem (Box tape) para manter as fibras musculares encurtadas e no último dia foi colocada a bandagem kinesio taping, para estimulação proprioceptiva.

Após 3 dias o atleta já não sentia mais dor ao repouso e à palpação não havia mais o abaulamento nem sinal da lesão. Após uma semana foi realizado testes de corrida, explosão, salto e testes com bola, específico do esporte.

Após o teste o atleta relatou sentir-se bem, sem dor e pronto para voltar.
Pelo ótimo rendimento nos testes e ótima recuperação durante a semana, o atleta foi liberado para voltar aos treinos e sua rotina de trabalho.
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Ft. Vinícius S. Bastoni

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